Johnny reencontra atores de Platoon – 30 anos depois

Paul Sanchez‏ @paulsanchezIII:
So glad I got to spend the evening with my old pal (and roommate), Johnny Depp.
Life’s too short to not make time!
Tão feliz que eu pude passar a noite com meu velho amigo (e colega de quarto), Johnny Depp.

Kevin Dillion:
kevindillonofficial:
#platoon 30 year #reunion last night at #johnnydepp house #goodtimes @charliesheen

Artigo da People >>> LINK

Os atores reuniram-se na casa de Depp – Hollywood Hills em Los Angeles no domingo para comemorar o 30º aniversário do filme dirigido pelo (ganhador do )Oscar, Oliver Stone, de acordo com uma foto compartilhada no Instagram de Dillon.

Embora o drama de guerra, inspirado no turno de Stone no Vietnã, estreou em 24 de dezembro de 1986, parece que nunca é tarde demais para uma reunião entre os antigos co-stars!

   

Mais de três décadas atrás, um Sheen de 20 anos estrelou na tela de Stone o alter ego PFC Chris Taylor, cuja pureza de alma se torna o brinquedo assassino em uma batalha alegórica de Good and Evil (Fato divertido: Keanu Reeves originalmente recusou o papel de Sheen por causa da violência).

Sheen não foi favorecido com uma das oito indicações dos Oscars do Platoon em 1987, mas os co- stars Willem Dafoe e Tom Berenger foram nomeados para Melhor Ator Coadjuvante. Stone levou para casa o melhor prêmio de diretor, e seu filme espancou Hannah e Her Sisters, The Mission, Children of a Lesser God e A Room With A View como melhor fotografia

“Charlie era um idiota de 17 anos a primeira vez que entrou para o filme, quando estávamos indo chegando em 84. E naqueles dois anos, ele cresceu e parecia perfeitamente com os olhos arregalados e tinha um olhar vagamente privilegiado “, disse Stone ao Entertainment Weekly em maio de 2011, quando Platoon foi lançado em Blu-ray para comemorar seu 25º aniversário. “Eu acho que ele fez um ótimo trabalho. Ele era perfeito para o filme. Ele transmite o horror do lugar. Eu gosto da sua performance “.
Quanto à estrela em ascensão de Depp, que tinha 22 anos na época, Stone sabia que ele seria uma estrela.

“Ele era um ótimo garoto. Ele foi considerado para outros papéis, mas não pensei estar pronto naquele momento para desempenhar o papel de Charlie “, lembrou o famoso diretor da EW. “Nós nos conhecemos muito bem na selva e eu realmente achei que ele ia longe.. Ele era tímido. Eu acho que era antes da Jump Street. “

Festa Londres 27/junho/2017

Johnny esteve numa festa em Londres no Restaurant Ours em United Kingdom|Paddington com algumas celebridades.
Mais fotos >>> AQUI!


Algumas informações sobre a festa:
A festa era de aniversário de uma moça chamada Leila (uma princesa libanesa). Foi num dos restaurantes mais chiques de Londres (Restaurant Ours). Estavam presentes muitas celebridades, socialytes, modelos, artistas, incluindo a cantora pop Haifa Wehbe (que aparece no video com ele) que é uma cantora, atriz e modelo libanesa que se tornou famosa no Mundo Árabe..
Na festa teve um show de Dita Von Tiese, atriz, modelo e popular artista burlesca norte-americana, ex mulher de Marilyn Manson, que fez uma performance de strip-tease.

Dita Von Teese reinventou a estética pin-up dos anos 40 e 50 e do termo “burlesco” associado à arte ancestral do strip-tease.

Johnny, como sempre posou em fotos com muitas dessas pessoas lindas da festa.

Entrevista para Entertainment Hotline

Na entrevista, Johnny fala sobre a construção do personagem Jack Sparrow e comenta sobre Jerry Bruckheimer, Joachim Rønning, Espen Sandberg e Geoffrey Rush.

Johnny Depp: Existem muitos piratas no rock’n’roll, sabe? Mas o que achei que encaixaria foi Keith Richards, ele é tipo uma base para o personagem. Você começa a entrar no abstrato do Keith Richards e Pepe LePew, você os mistura, coloca eles juntos. Depois você pensa, bem esse personagem claramente foi erguido pelo barco, se está lá ele está bem, quando ele está na terra ele não consegue se manter.

Por causa da irreverência dele, que está mais para inocência que para irreverência, tem uma pureza para Jack. Tem algo nele, ele fala qualquer coisa que vem em sua mente e lida com isso. Talvez ele só perceba o que falou depois de 5 segundos e meio. Ele é capaz de deixar certas coisas que todos nós amaríamos ser capazes de deixar. Eu sinto que quando estou interpretando Jack, o Capitão Jack, é seguro para mim interpretá-lo. Não importa o que qualquer um pode fazer, eu posso voltar rapidamente.
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Orlando Bloom solidário com Johnny Depp

Orlando Bloom e Jerry Bruckheimer apoiando Johnny quanto aos acontecimentos do qual foi acusado nos ultimos tempos:

‘’ O homem que eu conheço e amo é o homem que está aqui esta noite, e ele está em forma e faz tudo da maneira certa. Você sabe, as pessoas passam por todos os tipos de coisas estranhas no mundo e é uma vergonha que isso tenha que ser exposto em público, porque Deus sabe que ele é uma das pessoas mais privadas e leais que eu conheço.’’ – Orlando Bloom

‘’ Ele é um cara fabuloso, um artista ótimo e ele está aqui e ele está animado em estar aqui para a première.’’ – Jerry Bruckheimer

Fonte/Source

Johnny presenteia Ellen Degeneres com uma pintura de elefante

Na última vez que Johnny foi ao show da Ellen, ela fez um pedido: uma pintura de elefante. E Johnny não esqueceu. O ator passou a noite do dia 16 de maio pintando o quadro e entregou o presente na entrevista concedida dia 17 de maio, para a surpresa da Ellen. Sua dedicatória:

Querida Ellen, como prometido… um elefante para você. Espero que ela te faça sorrir agora e sempre. Com todo o meu amor, meu obrigado e meu respeito sempre, Johnny.

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Entrevista com o elenco na Premiere em Shangai – China

LEGENDA:

Jerry Buckheimer: Bem, como vocês estão olhando agora, esse é um incrível cast. Somos sortudos por ter eles de volta, mais o Javier Bardem, Brendon e os novos diretores. É um história de aventura realmente divertida, é cheia de ação e muito emocional. Estamos tão emocionados por está aqui na primeira Premiere de Hollywood na China. Muito obrigada por nos receber.

Joachim Rønning: Para nós, Piratas do Caribe nos faz lembrar os tipos de filmes que nós crescemos vendo, filmes de aventuras, de família. Filmes que nos inspirou para sermos cineastas. Quando escutamos que Jerry estava fazendo outro Piratas, nós corremos atrás por metade de 1 ano, por sorte fomos nomeados para Oscar durante o período e isso nos empurrou para a frente da linha. Nós fomos por todo o caminho e terminamos conhecendo o Johnny Depp na última reunião e foi isso.
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Scab Vendor – novo livro de Jonathan Shaw

Estamos acompanhando a algum tempo o processo de edição deste livro do Jonathan. Agora ele foi lançado, e ele já esteve em vários países fazendo seu lançamento, e a divulgação nas redes sociais tem sido bastante intensa. Mas agora finalmente temos uma matéria em português! Aqui está para que vocês possam conhecer um pouco deste livro incrível.
Mas e o que isso tem a ver com Johnny Depp? Para quem não sabe eles são amigos desde jovem e este livro conta a trajetoria de Jonathan, e Johnny estará presente em várias situações.

Jonathan Shaw – Scab Vendor
Por Alexandre Kovacs

Jonathan Shaw – Scab Vendor: Confessions of a Tattoo Artist – 488 Páginas – Turner Publishing Company – Lançamento: 21/03/2017 (inédito no Brasil).

scabvendor O multitalentoso artista e escritor Jonathan Shaw é um ícone da cultura underground norte-americana, filho do lendário clarinetista e bandleader Artie Shaw e da estrela de cinema Doris Dowling, ficou mundialmente famoso por ter sido o fundador e proprietário do Fun City Tattoo Studio em Nova York e editor da pioneira revista International Tattoo Art Magazine, tornando-se amigo de artistas e músicos famosos como: Johnny Depp, Dee Dee Ramone, Johnny Winter, Iggy Pop e Max Cavalera, para citar somente alguns. Uma prova de sua influência no meio artístico é o privilégio de ter uma ilustração de Robert Crump na capa de seu livro. No entanto, apesar de ter alcançado tamanho reconhecimento e popularidade na carreira de tatuador, abandonou tudo para se dedicar à atividade de escritor em tempo integral e acumular experiência em viagens com sua motocicleta pela América do Sul, tendo inclusive morado no Rio de Janeiro.

A vida de Jonathan Shaw é portanto rica em experiências e também uma prova de sobrevivência ao seu passado de “sexo drogas e Rock’n Roll”, certamente um mundo que nem sempre tem o glamour dos filmes e revistas, principalmente quando se é cobrado o preço pelos excessos com o álcool e drogas pesadas como a heroína. Por sinal, o drama do autor como viciado, herança de uma “maldição familiar” que iniciou com o alcoolismo do avô materno e da própria mãe, é uma parte marcante deste romance biográfico. A infância em Los Angeles, sempre negligenciado pela mãe, envolvida na maior parte do tempo com problemas com a bebida e relacionamentos difíceis, não poderia levar a outro resultado diferente do que uma adolescência rebelde, em plena época do florescimento da contracultura, drogas e amor livre. Uma década única em termos de expressão artística, em que se ouvia Jimi Hendrix e Jim Morrison no rádio e havia esperança de uma sociedade alternativa, mas que terminou de forma trágica com a prisão de Charles Manson, acusado de seis assassinatos, inclusive da atriz Sharon Tate grávida, na mesma California que presenciou o nascimento do movimento “Flower Power”.
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