Revista Classic Rock Novembro 2016

Aqui você encontrará entrevistas antigas e recentes com o Johnny, em português

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Revista Classic Rock Novembro 2016

Mensagempor salete » Dom Nov 27, 2016 2:11 pm

Hollywood's most rock'n'roll actor on his life in music and his hatred of formulas.
O ator mais rock'n'roll de Hollywood em sua vida na música e seu ódio às fórmulas.

Fotos clicáveis:
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O texto está em inglês, aguardando tradução. Apenas uma parte da entrevista está disponibilizada, o resto teremos que agurdar alguem comprar a revista ou ter acesso ao site.

Johnny Depp is in his dressing room under the arena on the afternoon of the show, sipping a glass of red wine and rolling cigarettes (Golden Virginia tobacco, liquorice skins). At 53, he could pass for a decade younger, though maybe his tattoos, jewellery and tastes would give him away. The Daily Mail later run a story about the awards and it’s all about what Johnny’s wearing (“Leather Overload: Johnny Depp and Joe Perry work the edgy look at the Classic Rock Awards in Tokyo”). But he’s not wearing fancy dress. This is how he dresses. When he gets new clothes he’ll rip them, smash them with hammers, burn holes in them with cigarettes, anything to customise them to his own look. He has a similar approach to movies and music.

Depp has been a music nut since he was 12. He gigged for many years, mostly in a Florida band called The Kids, but also including a spell in Rock City Angels, who were later signed to Geffen.

But as his acting career took off, music became something he dabbled in and hung around – playing on an Oasis record, recording with Shane MacGowan – until finally being coaxed back up onstage by Alice Cooper a few years back and forming the Hollywood Vampires with Alice, Johnny and Joe Perry at it’s core, and a revolving cast of rock stars in support.

He is what Ray Luzier calls “a lifer” – a rock’n’roll fan who somehow ended up being one of the world’s biggest movie stars, a guy who took his love of rock’n’roll and applied that attitude and approach to the movies he made.

When you met Jimmy Page yesterday, it looked like it really meant something to you.
Well, he does. Did heavily and still does. The guitar players for me early on were Keith, Jeff Beck, there was Jimmy Page and Joe Perry. There was something about them, some mystique to them.

When did you become a guitar player?
I was about 12 years old in the backseat and we were driving down the sort of main boulevard in this little town we lived, and there was a little local concert going on in the parking lot of the grocery store. We got stuck at a stop light and there was a band playing. I remember the name of the band, actually, they were called Rocklin Channel. I ended up playing with a couple of the guys in later years, you know.

Is this Florida?
This is Florida. I heard them doing [Aerosmith’s] Dream On you know, and I thought, fucking hell, that sounds really good, and how fucking cool to just pick up a guitar and just blast, you know? So yeah, I talked my mom into buying a shitty little Decca guitar for 25 bucks, and some little blue Plush amp that sounded like, it was just trash, it was fantastic. Stole a Mel Bay chord book out of a department store – the blue Mel Bay chord book with the black and white pictures y’know? So I figured out where to put my fingers, figured out chords and started to listen to records, , lifting up the needle and pulling it back to the top of the solo, over and over…

So you’re self-taught?
I had a guitar class at school. I dropped out but the guitar class was the only class I would’ve passed. I don’t know why, but I just knew that school wouldn’t afford me anything. I knew that I wasn’t going to be working for an insurance firm. I knew that I wasn’t, you know? What was I, 15 when I dropped out? You know, it’s like, ‘I gotta fucking be an adult now’. There was a part of me that was gonna just join the Marine Corps and say fuck it and get out, but I started playing clubs when I was 13. I’d sneak in the back door, play a set and split – stand out back, smoke, go back in to the set. I played under-age up and down the East Coast, for a couple of years.

Making money?
Nah, no, no, all my money died with the bar tab. I think it’s the classic cliché, you know. It’s always going to be the bar tab that gets you. In those days.

So this is the mid 70s?
Yeah. I was born in ’63 so I was 12 in ’75. I found a way to escape all the, sort of, nightmare home stuff, you know? It was a pretty radical – a pretty unpredictable – household that I lived in. You never knew what was going to be coming next. It might be an ashtray thrown at your head. Or a shoe…

By your father?
No, mostly my mom. My dad was good with the belt. But those were different days. They did what they knew best. But when I found guitar, from that moment on, like, I don’t have any memory whatsoever of puberty. None. Because I just literally locked myself in my bedroom and paid attention to the records, and I learned stuff.


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Editado: Aqui está a tradução feita pela Jaque Cavinati:


Quando você conheceu Jimmy Page ontem, pareceu que isso realmente significou alguma coisa pra você...

J: Bem, ele significa. Significou muito e ainda significa. Os guitarristas pra mim daquela época eram Keith, Jeff Beck, tinha o Jimmy Page e o Joe Perry. Tinha algo sobre eles, algo místico neles.

- Quando você se tornou um guitarrista?
J: Eu tinha uns 12 anos, estava no banco de trás e nós estávamos dirigindo na avenida principal da pequena cidade que morávamos, e tinha um pequeno show local acontecendo no estacionamento de uma loja. Nós ficamos presos no semáforo e tinha uma banda tocando. Eu me lembro o nome da banda, na verdade, eles se chamavam Rocklin Channel. Eu acabei tocando com uns dos caras depois, sabe.

- Isso é na Florida?
J: É na Flórida. Eu os ouvi tocando Dream On, do Aerosmith e eu pensei, caramba, isso é muito bom, e seria muito legal pegar uma guitarra e simplesmente explodir, sabe? Então sim, eu convenci minha mãe a comprar uma porcaria de uma pequena guitarra Decca por 25 dólares e um pequeno amplificador Plush azul que era simplesmente um lixo, foi fantástico. Roubei um livro de acordes Mel Bay de uma loja de departamentos - o livro azul de acordes Mel Bay com as fotos em preto e branco, sabe? - Então eu descobri onde colocar meus dedos, descobri os acordes e comecei a ouvir os discos, levantando a agulha e colocando-a de novo no começo do disco, de novo e de novo...

- Então você é autodidata?
Eu tinha aula de guitarra na escola. Eu larguei, mas a aula de guitarra era a única aula que eu teria passado. Eu não sei porquê, mas eu simplesmente sabia que a escola não iria me proporcionar nada. Eu sabia que não iria trabalhar em uma empresa de seguros. Eu sabia que não iria, sabe? Eu tinha o que, 15 anos quando caí fora? Você sabe, era tipo "eu preciso ser um adulto agora". Havia uma parte de mim que simplesmente ia se juntar à Marinha, dizer foda-se e sair, mas eu comecei a tocar em boates aos 13 anos. Eu entrava pela porta dos fundos, tocava, saía - ficava do lado de fora, fumava, voltava para dentro. Eu toquei como menor de idade de cima à baixo da costa leste por alguns anos.

-Ganhando dinheiro?
Não, não, todo o meu dinheiro morria na mesa do bar. Eu acho que é o clássico clichê. Sempre vai ser a mesa do bar que vai te pegar. Naqueles tempos...

- Esses são o meio dos anos 70?
Sim, eu nasci em 63, então eu tinha 12 em 75. Eu havia encontrado uma forma de escapar de todo o pesadelo familiar, sabe? O lar em que eu vivia era muito radical, e bem imprevisível. Você nunca sabia o que iria acontecer em seguida. Podia ser um cinzeiro jogado na sua cabeça, ou um sapato...

- Pelo seu pai?
Não, mais pela minha mãe. Meu pai era bom com o cinto. Mas aqueles eram tempos diferentes. Eles faziam o que eles sabia fazer melhor. Mas quando eu encontrei a guitarra, daquele momento em diante, eu não tenho nenhuma memória da puberdade. Nenhuma. Porque eu literalmente me trancava no meu quarto e prestava atenção nos discos, e eu aprendi as coisas.

Texto original

ana paiva
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor ana paiva » Seg Nov 28, 2016 3:24 pm

Aguardando ansiosamente a tradução. :)

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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor salete » Seg Nov 28, 2016 11:54 pm

O post foi editado e acrescentado a tradução. Quando tivermos acesso à segunda parte, traduziremos.

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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Luzmarilda » Ter Nov 29, 2016 8:42 am

E lá tinha essa de cinto... Uma pena!
Salete :thankyou:
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor salete » Ter Nov 29, 2016 12:04 pm

Sim e mais uma vez ele comenta como era dificil a vida familiar. Esse menino que apanhava de cinta e que sofria com as severidades da mãe, passou a vida dando-lhes o melhor depois.

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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor ana paiva » Ter Nov 29, 2016 1:01 pm

Como ele disse eram outros tempos e era assim que funcionava na época em que Johnny nasceu e provavelmente foi o jeito que os pais deles foram criados. Essa declaração só mostra o quanto o Johnny é uma pessoa amorosa e compreensiva, ele podia ter carregado um grande ódio por seus pais e tê-los abandonado, mas ele compreendeu que eles tentavam fazer o seu melhor da maneira que achavam ser o correto. Muito lindo isso...e triste tbm.

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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Rosa Maria » Ter Nov 29, 2016 1:16 pm

Obrigada Jaquee! :thankyou:
Essas entrevistas para mim possuem mais significado que as fotos. Ele sempre é muito sincero e verdadeiro, e embora muitas vezes repita as histórias (porque elas são simplesmente a verdade), sempre deixa escapar um detalhe a mais. E assim é que vamos conhecendo um pouco mais sobre ele. O amor que ele tem pela família, tudo o que sempre fez e faz por ela, é um exemplo! Um coração imenso, cheio de bondade. Como sempre gostamos de dizer, ele não é um santo, é um homem complexo, evoluído espiritualmente e bom, bom por natureza! :lovejohnny:
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Liu Roque » Ter Nov 29, 2016 3:06 pm

Essas entrevistas são tão preciosas! Saber através dele detalhes de uma vida de superação! :SM120:
:lovejohnny: cada vez mais!
:thankyou: , Jaque!
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Luzmarilda » Qua Nov 30, 2016 8:07 am

Rosa Maria escreveu:. Como sempre gostamos de dizer, ele não é um santo, é um homem complexo, evoluído espiritualmente e bom, bom por natureza

Exatamente assim! :SM120:
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Cy » Qua Nov 30, 2016 11:50 am

Rosa Maria escreveu: Como sempre gostamos de dizer, ele não é um santo, é um homem complexo, evoluído espiritualmente e bom, bom por natureza! :lovejohnny:

Verdade. Sábias palavras Rosa. Um homem complexo, porém bom. Lindo por dentro e por fora. E o amor pela família é uma das coisas que mais admiro nele. Apesar da disciplina rígida como a de usar um cinto, ele ainda gosta de frisar que era o que eles sabiam, que era o jeito que eles achavam certo. Muitas pessoas teriam julgado os próprios pais, mas ele não. Dá gosto de ver. :amando: :amando: :amando:
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor heleusiane » Qua Nov 30, 2016 8:32 pm

Tão lindo!!!! :amando: Tão bom saber do próprio Johnny detalhes que são tão preciosos para nós!!! :amando:
É um homem, complexo, mas ÚNICO e BOM... muito BOM.... além de MUITO ESPECIAL.
Impossível não amá-lo e desejar que seja muito feliz e abençoado. :SM120: :SM120:
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Rosa Maria » Seg Dez 05, 2016 3:19 pm

A TEAMROCK.COM postou mais um trecho da entrevista de Johnny para a Classic Rock edição de Novembro de 2016.

Johnny Depp compara atuar com performar

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Exclusivo: o guitarrista de Hollywood Vampires, Johnny Depp, diz que atores e músicos ambos devem assumir riscos.
Johnny Depp comparou o desempenho em uma banda com o ato de improvisar uma cena como ator.


O guitarrista dos Hollywood Vampires e ícone de filmes acredita que é igualmente importante para um ator assumir riscos como é para um músico impulsionar-se por causa de uma performance.

Depp foi um convidado especial no Classic Rock Roll Of Honor em Tóquio e deu uma franca e profunda entrevista ao Classic Rock. Ele apresenta na edição atual da revista Classic Rock, que está disponível agora na versão impressa e através do TeamRock+.

Depp diz: "Quando você está atuando, embora não esteja lembrando das falas ou servindo a cena, ou servindo o script ou o que quer que seja, a visão. No palco, é o mesmo tipo de coisa, você ainda está servindo - você está servindo o som, mas mais do que isso, você está servindo o momento."
"Acho que todo ator deve entrar em cena com a ideia de que isso poderia f*** falhar miseravelmente. Eu acho que é importante assumir esses riscos."
"Deve ser assustador. Você tem um personagem f*** que vem contigo e com tudo o que você acredita dentro, e você sente um fundamento muito forte deste personagem dentro de você."
"É a mesma abordagem que você realmente conhece, basta ir e improvisar como sempre, a melhor coisa, porque, acho que algumas das melhores performances de qualquer artista que esteja gravando, especialmente as primeiras gravações, é a p*** do acaso."


Depp também diz que está confiante de que haverá um segundo álbum de Hollywood Vampires.

Ele diz: "Acho que deveríamos fazer um disco de acompanhamento, talvez apenas um cover aqui e ali, você sabe. O primeiro foi realmente um disco de tributo".

Bem como a entrevista de Depp e um olhar para o melhor do mundo do rock a partir de 2016, edição 231 da revista Classic Rock também apresenta um relato completo do Rock Classic Rock Of Honor show em Tóquio.

FONTE

Tradução: Amanda Duarte

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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Liu Roque » Seg Dez 05, 2016 8:41 pm

:amando:
:thankyou: , meninas!
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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Rosa Maria » Qua Dez 07, 2016 5:31 pm

Agora já estamos com os SCANS completos da Revista Classic Rock de Novembro de 2016! (Via JDZone).

Vamos postar aqui os SCANS, e aguardar a disponibilidade de alguém para a tradução!
A publicação da Classic Rock contém duas partes! Uma com a entrevista do Johnny, e outra, sobre a participação da banda no Japão! Abaixo temos a parte do Johnny. Basta clicar na foto, e depois clicar na lupinha +. O tamanho para leitura é excelente!

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E aqui os SCANS relativos à matéria sobre o Classic Rock Award no Japão, com a presença dos Vampires Johnny, Joe e Tommy, e os monstros sagrados Jimmy Page e Jeff Back entre outros. Há algumas passagens interessantes onde Johnny é citado ou são citadas falas suas.

Também clicáveis!

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Re: Entrevista p/ revista teamrock.com - Novembro 2016

Mensagempor Ly » Sex Jan 20, 2017 2:27 am

"Havia uma parte de mim que ia se juntar à Marinha".
A Marinha ficou sem o nosso menino (hehehe) :lol: :superfeliz:


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