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Reflexões sobre Johnny Depp

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D

Daniel Malone diretor de operações marinhas e submarinas para os filmes Piratas do Caribe, maio de 2007.

“Ele foi fantástico, um verdadeiro profissional. Veio definido e preparado todos os dias. Muita diversão. O seu último dia em Bahamas, estávamos no Pérola Negra e havia muitos extras – deveriam ser umas 180 pessoas no convés do barco. Ele (o navio)estava completamente lotado. Estávamos na popa, onde terminou a sua cena, e ele literalmente apertou a mão de cada pessoa entre ele e a saída. Ele parou e disse: “Obrigado.”
Isso é exatamente o tipo de cara que ele é. Mais tarde, fora do estúdio na Califórnia, havia centenas de pessoas gritando seu nome. Depois de trabalhar um dia de 14 horas, sentou-se do lado de fora e deu autógrafos para cada pessoa antes de sair. Demorou uns 3 1/2 horas.”

Darlene Cates

“Depois de uma cena em que Gilbert era cruel com sua mãe, ele [Johnny] chamou Cates em seu hotel durante a noite para se desculpar por ter que dizer as palavras.

” Eu achei tão engraçado “, diz Cates.”Aqui, ele é o profissional, ele fez tudo isso antes.
Mas eu pensei: ‘Que homenagem a sua bondade ele tomar seu tempo pra considerar que eu poderia estar magoada com o que ele disse.’. ”

David Brown, produtor de Chocolat

“Ele tinha um papel bastante pequeno em Chocolate, e ele não se importava. Johnny Depp, como todo ator talentoso, não conta o papel em termos de duração ou filmagem, mas o que ele vai fazer por ele como artista. E ele é um artista.”

E

Edney Silvestre, Jornalista, de 64 anos, Repórter da TV Globo.

QUEM: Na sua vida de repórter, já acumulou várias entrevistas interessantes. Destacaria alguma?

ES: Quando eu fazia entrevistas com atores de Hollywood, já achava que era mais interessante conversar com escritores. Mas alguns me surpreenderam: Tom Hanks, Juliette Binoche, Paul Newman… Sabe quem é interessantíssimo? Johnny Depp. Perguntei por que ele deixou de protagonizar filmes de Hollywood por um tempo e foi fazer independentes. Ele respondeu: “Não sou iogurte para ser vendido em supermercado”.

F

Francois-Marie Banier, fotógrafo

Os franceses adoram Johnny. Acho que reconhecem nele algo do espírito de Rimbaud. Livre, rápido e intuitivo como um cigano. Esta história que ele destruiu um hotel, os americanos são tão estúpidos. Você paga por um quarto. Você está furioso. Você faz dano. Você paga por isso.